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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Sintam as plumas

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"O prazer e a dor"- Leonardo Da Vinci
Podemos usar plumas e todo veneno serpenteia tateia pleno na teia da rocha.

Ondas vão no vão onde a areia brilha o céu na crosta que desliza a cinza caudalosa.


É assim o esqueleto rasteja a estrutura na altura do gueto da árvore frondosa.

Corre e morre túnel acima do cimo e assim percorre toda torre do sino.
Congruente na lauda conclui os tempos e sente o sagrado enfada o calado.
Noigandres ele fala e freguês perfuma a flor e de cor colore a cor andes e esse grande céu se for.

Verso e uno o universo sou eu, é teu e meu complexo o confesso o amor também morreu.
E de braços abertos renasceu a serpente indiferente cantou: "O demente invejou o céu doente sem natureza é dor."

Instinto é gema clara se lapidando do bruto tinto ofertando o vinho na vara o extinto não valha eu sinto.


Simples essa poesia tá no ar, no mar, é amor de tão livre não fingia suporta e tudo vê na elegia. - Iatamyra Rocha  "As palavras têm canto e plumagem."- João Guimarães Rosa.

Sobre buscas

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A boca pede
a língua aquosa
deseja
gulosa
do espinho
a rosa.

Os olhos
erguem pontes
as palavras
sobem montes.

A odisseia
busca o elo
especial
das especiarias
que sobem 
o litoral.

Mar a dentro
ar sem vento
noite e dia
todo o tempo.

arrepia
arredia
vida e melodia
sempre poesia.

E de novo a boca
sedenta
aguenta
os versos
atenta.

E tenta o caminho
a descoberta
do ninho
de aves despertas.
- Iatamyra Rocha 

"Infinitamente belo, insuportavelmente efêmero." - Rubem Alves